quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

OFICINA SERTANEJO por DANILO TEIXIERA


OFICINA: SERTANEJO


Responsável pela oficina: pibidiano Danilo F. Teixeira


"Foi muito importante ter essa oportunidade, 
pois estava em início de carreira, como professor
eventual na rede pública e este projeto possibilitou
uma maior preparação com a troca de experiências"


Estudantes oficinandos participantes: Lucas Nascimento, Beatriz Borges, Kawan Augusto, Lucas Sousa, Bianca Pavan, Douglas, Beatriz Borges, Nataly Panetta, Leticia Zibordi, Giovana Médici.

Palavras Chaves: Amizade, Diversidade, Alteridade, Ética.
Objetivo: Discutir através do ritmo sertanejo as questões propostas.
Objetivo específico: Promover a reflexão sobre as tensões que podem surgir na escola, geradas pela diversidade.


Metodologia:
Utilizar o ritmo sertanejo como condutor da discussão da formação da diversidade, presente na “Proposta curricular do Estado de São Paulo, para a disciplina da sociologia” que consta no caderno do aluno da 2ª (segunda) série volume 1. Conceituar os temas: Ética, Alteridade, Amizade, por meio das discussões e reflexões a partir da análise das letras das músicas e vídeos utilizados, proporcionando uma reflexão crítica a partir dos conceitos para perceber o universo escolar como um espaço-campo de socialização.

Músicas Utilizadas:
É tenso – Fernando e Sorocaba
Bruto, rústico e sistemático – João Carreiro e Capataz.
As mina pira – Gustavo Lima
Amizade sincera – Guilherme e Santiago
Chico Mineiro – Chaparral e Sertanejo de coração
Diversidade – Lenine
Caboclo da cidade – César Menotti e Fabiano
Canta Brasil – João Gilberto
Pra não dizer que não falei das flores – Luiz Gonzaga



por Beatriz Borges
O que é alteridade? É ser capaz de apreender o outro na plenitude da sua dignidade, dos seus direitos e, sobretudo, da sua diferença. Quanto menos alteridade existe nas relações pessoais e sociais, mais conflitos ocorrem. 

ALTERIDADE - É a capacidade de valorizar as diferenças.



Você se coloca no lugar do seu próximo? Aquele colega novo de sala.. Como você o trata? Você já teve seu primeiro dia de aula em uma escola nova? Como se sentiu?
                  
         Muitas vezes preferimos ver o que apenas queremos ver, temos sempre aquele pré-conceito com um tal 'estranho' mas não nos colocamos no lugar das pessoas. O que elas sentem? Por que agem assim? É mais fácil julgar, nos render ao senso comum a ter que nos questionar, qual é? Somos todos seres humanos, coloque no lugar do seu próximo, vamos nos conhecer, antes de apontar os dedos.. Vamos nos conhecer, antes de tudo. Se coloque no lugar do próximo, cada um de nós temos um gosto, devemos nos respeitar, vamos valorizar as diferenças! Muitos de nós temos problemas, já parou pra pensar o que se passa com aquele seu amigo quieto da sala? Ao menos deu um bom dia? Uma palavra amiga? Pois é, é mais fácil enxergar meu próprio nariz. Que tal começar a mudar nossos atos? Pratique bons e pequenos atos, e vamos começar a mudar!!


"Se você quer paz, eu quero em dobro."

Beatriz Borges



 Alteridade, Amor, Empatia.

por Lucas Sousa 


  Em minha concepção precisamos olhar o próximo com outros olhos, ou melhor dizendo, com os nossos olhos naturais, não mais com os olhos artificiais que nos ensinaram a usar para enxergar o mundo. Precisamos resgatar a essência de quem somos, precisamos olhar para dentro de cada um de nós e fazer uma indagação que é primordial para um convívio harmônico e respeitoso: Penso no coletivo ou exalto o individualismo?

                        Será que o sistema de punição fará um irmão meu a aprender com alguma possível falha? Será que aplicando formas de punimento que afetam o psicológico e o físico, fará um irmão meu aprender com o seu erro? Isso é realmente querer ajudar alguém? Isso realmente é olhar para o próximo? O nosso processo de  estabelecer a "sanidade" é através da punição e nós já vimos que não funciona, que não é uma "sanidade" e sim uma insanidade. Ilustrando melhor a situação, eis uma citação de Martin Luther King:

 "Através da violência você pode matar um assassino, mas não pode matar o assassinato. Através da violência você pode matar um mentiroso, mas não pode estabelecer a verdade. Através da violência você pode matar uma pessoa odienta, mas não pode matar o ódio. A escuridão não pode extinguir a escuridão. Só a luz pode."



  Ao olhar ao redor, minha percepção me diz que aos poucos, sem pressa, estamos nos redescobrindo e voltando a ser quem somos: 



 Seres humanos, irmãos!
  


Lucas Sousa


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